Melhorias na representação das cargas das plantas de fundação

Escrito em 20/07/2017, por Engª Micheli M. Mohr Koerich 22 comentários/ Categoria: Melhorias em recursos Tags:

No próximo release do programa serão disponibilizadas diversas melhorias nos relatórios referentes às fundações, cujo objetivo é apresentar os dados do relatório com mais clareza e evitar interpretações incorretas dos valores apresentados e que poderiam gerar erros no cálculo das fundações.

Foram acrescentadas informações na tabela da planta de locação e locação de estacas, esforços na fundação e cargas nos pilares, além das alterações terem sido aplicadas também na representação das fundações em planta.

Figura 1 – Novas informações incluídas na planta de locação das fundações

Figura 1 – Novas informações incluídas na planta de locação das fundações

Segue abaixo um exemplo de antes e depois da tabela da planta de cargas dos pilares, para ilustrar as mudanças entre a tabela das revisões anteriores e da nova revisão do programa:

Figura 2 – Tabela da planta de cargas dos pilares antes e depois da implementação das melhorias

Figura 2 – Tabela da planta de cargas dos pilares antes e depois da implementação das melhorias

Estas mesmas alterações foram realizadas também na planta de locação das estacas.

Por fim, em relação ao relatório de esforços na fundação, as alterações realizadas referem-se aos eixos x e y considerados na obtenção dos esforços. Antes eram exibidos os valores N, Mx, My, Vx, Vy e Mt que, conforme a legenda, representavam os esforços N, Mh, Mb, Vh, Vb e Mt. Agora, os valores apresentados no relatório são apresentados em função dos eixos de referência global do projeto, facilitando a interpretação dos resultados por parte do usuário.

Figura 4 – Relatório de esforços na fundação com os eixos segundo a referência global do projeto

Figura 3 – Relatório de esforços na fundação com os eixos segundo a referência global do projeto


Comentários

22 Comentários para Melhorias na representação das cargas das plantas de fundação

  1. CICERO THIAGO disse:

    Moderador, teria como incluir na planta de locação a cota de assentamento do fundo das sapatas? Se eu não estiver enganado, só temos isso para os blocos através da CA das estacas. Isso é bastante útil para fundações diretas em níveis diferentes (Ex.: terrenos inclinados). Dá um trabalho fazer isso manualmente. Obrigado

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  2. ROGER disse:

    Bom recurso, desde que o modelo esteja com as vinculações corretamente definidas. No modelo padrão de pilar engastado ou rotulado, não tem muita significância fazer todo um arcabouço de informação rebuscada.

    Precisamos de uma metodologia que nos ajude a simular corretamente a interação solo-estrutura, meu caros.

    Precisamos de um sub-sistema para fazer o dimensionamento das fundações independentemente do pórtico espacial.

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  3. ROGER disse:

    Aproveito para solicitar que as planilhas emitidas pelo programa sejam disponibilizadas em formato xls. Nem sempre conseguimos copiar e colar os dados para planilhas do Excel.

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  4. ROBERTO disse:

    Falta o essencial: Calcular vigas de equilíbrio alavancas. Estou calculando um prédio que tem nada menos que dezoito vigas de equilíbrios, e, tive que calcular manualmente. O modelo preconizado pelo eberick é horrível e caro, pois os balanços das vigas são muito grandes, geram vigas de grandes dimensões e escavações onerosas. Deu um trabalho enorme. É inaceitável que um programa moderno como este não possua este recurso. Já sugeri isto várias vezes e nunca fui atendido!

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  5. ROBERTO disse:

    Não percam tempo com relatórios e cuidem de adicionar recursos úteis ao programa, como sugerido acima.

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  6. ROBERTO disse:

    A sugestão do Roger também é muito importante. Os concorrentes já têm esses recursos e ficamos pra trás.

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  7. SERGIO disse:

    Faço coro com o comentário acima. Lembro que para termos cálculo de paineis treliçados aguardamos 7anos. Ainda aguardamos armação de lajes maciças com tela soldada, que facilita a execução. Vinha evitando participar destes posts, porque, não temos tido significância nas decisões da AltoQi. Diante da relevância do comentário do Roberto, precisei me manifestar em apoio.

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  8. GIRLEU disse:

    Faço coro com o Roberto com relação às vigas alavancas…
    aproveito para outra sugestão: possibilidade de unificar paredes de reservatórios com vigas….

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  9. LEANDRO disse:

    Achei interessante esse novo padrão das tabelas de cargas, mas também acho importantissimo a implementação da viga alavanca. Muito mais do que isso. do que perfis metálicos. Pois demanda muito tempo.

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  10. LEANDRO disse:

    Esse novo padrão das tabelas de cargas é interessante, mas também acho importantissimo a implementação da viga alavanca. Muito mais do que isso. do que perfis metálicos. Pois demanda muito tempo.

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  11. JAIR disse:

    Boa noite amigos. Realmente o que esta fazendo falta é o desenvolvimento das VIGAS ALAVANCAS PARA FUNDAÇÕES EXCÊNTRICAS.
    Será que o desenvolvimento vai começar logo?

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  12. JAIR disse:

    Engª Karine, que boa noticia.

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  13. JAIR disse:

    Engª Karine, bom boa tarde. Sei que aqui não é o lugar apropriado para esta pergunta. MAS!!!, tem como fazer o cadastramento de blocos cerâmicos para as treliçadas 2D? Se tiver me indique o caminho. Muito obrigado.

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    • Engª Karine Cunha - Dpto de Produtos AltoQi disse:

      Bom dia Jair,
      As opções de cadastramento podem ser acessadas através do menu Configurações – Blocos de enchimento. Selecione a opção treliçada 2D e em seguida um grupo de blocos. Feito isso será habilitada a opção + logo abaixo desta árvore onde será possível cadastrar novos blocos dentro dos formatos disponíveis no programa.

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  14. ROBERTO disse:

    Boa noite a todos. A implementação de fundações excêntricas será ótimo. Contudo falta ainda algo essencial: A correção da altura de sapatas associadas. Por exemplo: Usamos bastante projetar uma sapata única para os pilares de elevadores, e, calculamos a altura da mesma como uma estrutura, composta de lajes com balanços e vigas invertidas, sendo o cálculo desta estrutura elaborado como se ela estivesse virada para baixo. Fazemos o cálculo da altura como se fosse uma laje comum, geralmente com espessura igual a espera dos pilares (em torno de 50 a 60cm) e verificamos quanto ao cisalhamento e momentos positivos e negativos.
    Ocorre que ao tentar projetar pelo eberick o programa considera uma altura igual ao afastamento dos pilares (considera a inclinação das bielas a 45° e interliga as faces das sapatas no centro da carga) e como normalmente os pilares dos elevadores estão afastados a 1,50m, a sapata associada fica com esta altura também, o que é um absurdo.
    Assim sendo gostaria muito que os colegas apoiassem, também, esta solicitação, já que a mesma facilitaria bastante a elaboração do projeto estrutural, pois seria menos um trabalho árduo para calcularmos manualmente. E também por ser o cálculo simples, porém bastante trabalhoso o detalhamento. Além disso, quando fazemos simulações e detalhamos manualmente, o modelo estrutural do eberick não fica de acordo com a realidade, e, os parâmetros Gama Z e etc., também.

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  15. JOAO disse:

    Concordo com o Roberto, também já solicitei várias vezes a implementação de vigas alavancas com secção variável associadas a sapatas de divisa e nunca tive retorno. Realmente o modelo de vigas em balanço possível de ser adotado no eberick, resulta em vigas de fundações onerosas!

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Escrito em 19/04/2016

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